Cachepots Ecoidea

Postado em 18/maio/2016

Com os cachepôs Ecoidea você pode ilustrar qualquer ambiente, dando um toque a mais de beleza e acima de tudo respeitando o meio ambiente.

Veja todos os modelos: http://madelink.com/cachepots.php

Foto de EcoIdea - Soluções Sustentáveis.

Unidade da Fibria em Três Lagoas

Unidade da Fibria em Três Lagoas

A Fibria vai implantar um novo viveiro em sua unidade de Três Lagoas (MS), que contará com aplicação de tecnologias holandesas de última geração para a automação de todo o processo de produção de mudas de eucalipto, iniciativa inédita no setor.

Será a primeira empresa da área de celulose a utilizar robôs para plantar mudas de eucalipto. Essa é a primeira etapa do processo que, no modo convencional, é realizada manualmente. A automação vai evitar perdas e preservar a integridade das mudas. O novo viveiro também segue conceitos de sustentabilidade, redução de resíduos e de impacto ambiental, com a substituição dos antigos tubetes de plástico das bandejas de produção de mudas por materiais mais modernos, feitos de papel biodegradável. As novas instalações irão ocupar, aproximadamente, 48 mil m² de estufas, com automação nos processos de transporte, manuseio, seleção, irrigação, nutrição e controle meteorológico.

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Há vagas para estágio nos níveis médio e superior, nas áreas florestal e industrial

Há vagas para estágio nos níveis médio e superior, nas áreas florestal e industrial

A Eldorado Brasil, uma das maiores produtoras de celulose do mundo, está com as inscrições abertas até 26 de fevereiro para o programa “Super Talento”, que vai selecionar 29 estagiários de ensino superior e técnico para atuar nas áreas industrial, florestal e corporativas em Três Lagoas (MS).

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Fábio Schvartsman é o diretor geral da KlabinFábio Schvartsman é o diretor geral da Klabin

O investimento no Projeto Puma, indústria de celulose no município de Ortigueira, no Paraná, foi completado pela Klabin, que já planeja uma nova arremetida na Região dos Campos Gerais. Trata-se da instalação de um equipamento de papel-cartão, empregado para embalagens, cuja estimativa está além dos R$ 3 bilhões, já que o valor aproximado de um equipamento desses é de quase US$ 800 milhões. Esta forma de produto já foi criada na fábrica de Telêmaco Borba, porém o novo aporte seria para o Projeto Puma, elevando o investimento total do complexo industrial para cerca de R$ 12 bilhões.

O diretor-geral da organização, Fabio Schvartsman, revelou aos analistas que a sociedade está evoluindo nas negociações com clientes e, desta maneira, o acometimento seria resignado, também neste ano, à aceitação do conselho. De acordo com ele, a Klabin está tendo a atenção ao manifestar sobre este assunto para não tirar o foco de garantir um bom início de operação da indústria de celulose.

O progresso da pré-engenharia da máquina já está em desenvolvimento e a previsão é de que essa nova série possa ser implantada e entre em obra também em 2017. Sua capacidade de fabricação seria de quase 400 mil toneladas por ano – volume que poderia ser ampliado em 2019 com mais um incentivo de produção, de acordo com a demanda, por intermédio do novo investimento em maquinário.

A intenção da prática desse investimento é antiga. Também anteriormente da oficialização do Projeto Puma, na data que começaram as obras de terraplanagem (primeiro período de 2013), o diretor-geral da companhia já havia revalidado a intenção de elaborar este investimento depois da conclusão do Projeto Puma e o início de obra das linhas de celulose.

Indústria está em fase de testes

O Projeto Puma entrará em execução dentro de quase um mês. Com o cronograma de início de fabricação visto para março, todas as máquinas passam pelo processamento de comissionamento. Em capacidade máxima, a unidade conseguirá elaborar 1,5 milhão de toneladas de celulose por ano. O investimento completo na planta nesta ‘primeira fase’ é de R$ 8,6 bilhões – notado como o maior investimento privado na história no Estado do Paraná.

Fazenda com sistema silvipastoril em Mato Grosso do Sul próxima a fábrica de celulose: preços estagnados.Fazenda com sistema silvipastoril em Mato Grosso do Sul próxima a fábrica de celulose: preços estagnados.

Fibria, Klabin e Suzano, as gigantes da celulose no Brasil estão absolutas também no mercado de ações. Os ganhos acumulados dessas empresas em 2015 foram 62%, 64% e 59%, respectivamente.

Na contramão, a Ibovespa registrou perdas de 9%. O principal motivo do desempenho? A alta do dólar. As exportações nunca renderam tanto para a indústria de base florestal voltado ao mercado externo.

Se não bastasse os resultados na bola, as empresas também tiveram um aumento expressivo em seus valores de mercado. Juntas, as companhias ganharam 28 bilhões de reais, de acordo com levantamento divulgado pelo portal Exame.com.

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A viagem de Quito, a capital do Equador, até a Reserva de Sumaco, a viagem não é fácil. São três horas de carro até a entrada da floresta e, a partir dali, entre sete e 15 horas de barco, no lombo de mulas e a pé. A maior parte do percurso é ladeira acima e em estradas lamacentas.

Mas o esforço vale a pena, levando-se em conta que você chega a uma floresta pristina, onde fica um achado pouco usual: arvores que “andam”.

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A celulose foi o maior destaque nas exportações do setor florestal

Segundo dados anunciados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), na última semana, o Brasil acumulou, entre janeiro e novembro de 2015, um superávit de US$ 13,4 bilhões em suas transações externas. No mesmo período do ano passado, a balança comercial do país registrava déficit de US$ 4,4 bilhões. O saldo positivo, no entanto, não ocorre em meio a um aumento nas vendas externas do Brasil, mas sim devido ao maior recuo nas importações.

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Reunião dos produtores de madeira com técnicos do ConamaA indústria florestal brasileira deverá encerrar 2015 com a incerteza de continuidade das atividades. Uma determinação do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), a Resolução 411/2009, que determina o percentual de aproveitamento da matéria-prima madeireira, propõe redução do saldo de resíduo madeireiro gerado na conversão de produtos brutos para processados em 10%, referentes às perdas na forma de serragem, pó de serra e outros. Os Estados produtores de madeira mais afetados são: Mato Grosso, Rondônia, Pará, Acre e Amazonas. Atualmente, até 45% de um metro cúbico de madeira pode ser aproveitado. A proposta é que esse índice desmorone para 35%.

Em 2010 já houve mudança no coeficiente do aproveitamento, que era de 55% e foi reduzido para 45%. Já na época a determinação do órgão competente, o Ibama, criou um problema para muitas indústrias que tinham consolidado em seu processo produtivo um rendimento médio de 55%. Elas se viram obrigadas a apresentar ao órgão ambiental um laudo técnico para comprovar esse índice. O problema é que não se tem bem definida a metodologia correta para seguir ao realizar estudos o que fatalmente resultam em longo período de análise, onera sobremaneira as indústrias – em especial as de pequeno porte. O presidente do Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal, Geraldo Bento, em Brasília (DF) explica: “o empreendimento apresenta o laudo/estudo, mas não tem garantias de que será aprovado”.

A proposta do Ibama foi conhecida no final de novembro, na véspera da reunião plenária do Conama, onde o Ibama e SFB apresentaram emenda propondo redução do Coeficiente de Rendimento Volumétrico (CRV) de 45% para 35% sem nem mesmo discutir na câmara técnica correspondente.

O presidente explicou que, temendo problema ainda maior com a aprovação da proposta, o setor pediu vistas do processo para analisar rigorosamente o impacto que a decisão causaria se aprovada sem a devida cautela. “Em recente reunião com os pareceristas não houve consenso, porém, o setor de base florestal que apresentou estudos técnicos aprovados com rendimento superior a 45% de diversas espécies, logo, no mínimo esse fato deve ser considerado para embasar a tomada de decisão”, considera Bento.

O Ibama e o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) alegam que reduzir o índice de rendimento atual para 35% não prejudica os empreendimentos que aproveitam mais a matéria-prima. Eles sustentam que qualquer indústria pode apresentar laudo técnico comprovando seu rendimento e que a transição não será feita instantaneamente. Os órgãos destacam ainda que a medida não é definitiva, pois, se comprovado o rendimento superior devido o índice oficial poderá ser revisto e alterado.

Bento sugere que é o momento de união do setor florestal brasileiro. “Para que nossa proposta tenha força é importante que os estados produtores de madeira se mobilizem e que as empresas encaminhem seus estudos/laudos técnicos onde são comprovados seus índices de rendimento. Assim vamos confirmar o que estamos apresentando”, convoca o presidente do Fórum.

PARA ENTENDER

Hipoteticamente imaginando que uma indústria apresente estudo técnico propondo que seu rendimento seja superior aos 35% em discussão, estudo realizado nos moldes atuais e o órgão ambiental não aprove. A indústria continua sua atividade serrando/produzindo com seu ritmo normal com rendimento médio de 50%, de cada metro cúbico de toras ela terá autorizado apenas 0,350cm3 de madeira serrada quando deveria ter 0,500cm3 (meio metro cúbico). Então resta o questionamento sobre o que fazer com a diferença de 0,150cm3. Desta forma, o empreendimento estará irregular permanentemente e ao ser fiscalizado o órgão ambiental o classificará como infrator.

 

Madeira nativa aprendida pelos guarda-parques Foto: UPAM / Desengano

Rio de Janeiro — Cerca de 100 estacas de madeira nativa foram apreendidas na quinta-feira (16) pela equipe de policiais ambientais e guarda-parques do Parque Estadual do Desengano, em São Fidélis. A retirada de madeira foi feita dentro de uma contínua de floresta entre os limites da unidade de conservação e uma fazenda. Possivelmente na zona de amortecimento do parque.

 

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Madeira ilegal está no depósito do Ibama em Santarém (Foto: TV Tapajós).

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Santarém, oeste do Pará, tem mil metros cúbicos de madeira em toras para doação. A madeira ilegal, apreendida em fiscalizações, está no depósito do instituto e aguarda decisão judicial para ser entregue.

Em reunião, a Defesa Civil de Santarém solicitou a doação da madeira em tora para destinar aos comunitários da região de várzea que necessitam do material para levantar assoalhos das casas e construir pontes por causa da cheia do rio. “Em 2014, atendemos 428 famílias e estamos querendo dar prosseguimento este ano para poder ajudar essas pessoas da região ribeirinha”, destacou o coordenador do órgão municipal, Darlison Maia.

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